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Diogo Moreira é confirmado na MotoGP e Brasil terá piloto na categoria após 19 anos
Destaque na Moto2, o brasileiro Diogo Moreira assinou contrato com a Honda e vai competir na principal categoria do motociclismo mundial. O país não tem um representante desde Alexandre Barros, em 2007. A estreia está prevista para o GP da Tailândia, em março de 2026.
Brasil terá piloto no MotoGP após 19 anos: Diogo Moreira é confirmado na categoria
A confirmação de Diogo Moreira no MotoGP para 2026 encerra um longo período de 19 anos sem representação brasileira na categoria rainha do motociclismo mundial. O último brasileiro a competir no MotoGP foi Alex Barros, que disputou sua última temporada em 2005 pela equipe Pramac.
Uma nova era para o motociclismo brasileiro
A chegada de Moreira ao MotoGP representa um marco histórico para o motociclismo brasileiro. O esporte, que já teve nomes como Alex Barros e Nobuatsu Aoki (que competiu com licença japonesa mas tem raízes brasileiras), volta a ter um representante nacional na elite mundial.
A Confederação Brasileira de Motociclismo (CBM) celebrou a confirmação e anunciou programas de incentivo ao motociclismo de competição no país, visando revelar novos talentos para o cenário internacional.
O caminho até o MotoGP
A trajetória de Diogo Moreira até o MotoGP foi construída com muito trabalho e dedicação. Após se destacar nas categorias de base no Brasil, o piloto mudou-se para a Europa aos 16 anos para competir no Campeonato Europeu de Moto2.
Suas performances consistentes chamaram a atenção dos olheiros das equipes do MotoGP, e após negociações que duraram meses, a parceria com a LCR Honda foi finalmente anunciada.
Expectativas para 2026
Os analistas do MotoGP têm expectativas moderadas para a estreia de Moreira. Como piloto novato em uma categoria extremamente competitiva, o objetivo inicial será completar as corridas, acumular experiência e gradualmente reduzir a diferença para os pilotos mais experientes.
A Honda, por sua vez, espera que Moreira contribua com dados de desenvolvimento importantes para a evolução da RC213V, especialmente em circuitos onde a equipe tem menos experiência recente.
Fonte: GE/Globo — Motovelocidade
